Cakes Da Killa – Entrevista do HipHop Reborn

Entrevista muito boa com o Cakes Da Killa (em inglês sem legendas)!

“Se você perceber, as pessoas que estão chegando agora, tipo, ODD Future, Nicki Minaj, todas essxs rappers são tão fora do que a forminha do hip-hop é. […] Então eu sinto de um jeito, é mais fácil para um rapper gay aparecer e poder brilhar um pouco, mas é claro que eu não vou ter as mesmas oportunidades que eu teria se eu fosse um rapper hétero. […] Ninguém vai me levar à sério, eu faço sexo com homens e ainda por cima sou super feminino […], mas acho que se você se você tiver talento e se mantém autêntico o que você faz no quarto não vai importar”

“O rap é uma coisa que eu gosto, que eu sei fazer, então eu vou fazer. E eu vou falar de quantos pintos eu chupei, eu vou falar da minha primeira experiência homossexual, e eu vou fazer de um jeito que nem os caras héteros nem vão saber o que tá acontecendo, porque eu tenho o talento e a habilidade necessários. Então eu não estou nem aí se você não gosta de quem eu trepo… Eu não ligo pra essa homofobia.”

“Ser gay é muito importante pra mim.  Me perguntam se eu sou parte da comunidade gay OU da comunidade afro-americana, e eu acho que sou parte desses dois mundos porque como gays negros temos a nossa própria linguagem, nosso próprio vocabulário, nossa própria maneira de fazer arte, de ser “vogue”. Fazemos coisas que não são familiares para a comunidade gay e fazemos coisas que também não fazem parte do universo afro-americano, então sinto que vivemos na nossa própria bolha e eu gosto disso.”

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